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Inovação e criatividade mentes aprisionadas

criatividade

Cercados por imposições de uma sociedade nutrida por padrões e convicções, somos inconscientemente moldados para obter o oposto do que realmente buscamos, o que induz aos elevados níveis de frustração e descontinuidade ao longo de nossa existência. Em um cenário onde reinventar-se tornou regra de sobrevivência, gestores “decretam metas e voos altos” para mentes que foram aprisionadas a culturas e modelos de gestão ultrapassados.

Embora o número de empreendedores com formação acadêmica seja crescente, a realidade ainda é preocupante. As alterações nos resultados organizacionais têm sido, muitas vezes, de baixo impacto e até mesmo retrocedentes, fato que tem a ver com as deficiências do ensino, mas, principalmente, com uma cultura limitada por atuações redundantes e propulsoras da mortalidade de projeto e ideias potenciais.

O excesso de confiança, otimismo, teimosia e arrogância são fortes influências entre gestores que insistem em culpar a equipe pelos seus erros, fechando os olhos para a riqueza de saberes e inesgotáveis fontes de habilidades e competências que os cercam. Se antes existia uma lacuna entre o conhecimento teórico e o prático, isso não mudou com a formação acadêmica.

O desafio, hoje, está na capacidade de converter o conhecimento em ação. Que a educação em nosso país deixa a desejar, não há dúvidas, mas resta saber se queremos passar toda a nossa vida apontando culpados pelos nossos insucessos ou se nos prestaremos a protagonizar uma nova história. A gestão do potencial de inovação e criatividade junto aos liderados demanda um novo tipo de pensamento além de alteração na política de conduta por parte dos líderes.

A HSM educação sugere a introdução de quatro competências de descobertas para acesso ao potencial criativo. Primeiramente, questionar, desafiar o “status quo”, em seguida estar atento às mudanças que ocorrem nos arredores e conectar-se para aumentar a rede de pessoas alcançando maior  associação do pensamento, dos saberes. Por último, experimentar sem se conter perante o novo.

Comumente, gestores e lideranças assumem o papel de vítima perante resultados insatisfatórios, enquanto são os precursores de uma trajetória repleta de desvios e desencontros. Uma boa maneira de libertar o potencial de inovação e criatividade perante a equipe é investir em autoconhecimento e livrar a própria mente do cárcere privado que se opõe ao pensamento associativo, à colaboração e ao desenvolvimento humano.

 

Fonte: Ideia de Marketing

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