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Mulheres e empreendedorismo: tsunami ou marolinha?

Descubra se você tem as 3 características das empresárias de verdade

Por Priscilla de Sá*

É significativo o número de mulheres que vêm considerando o empreendedorismo uma opção, ao perceberem que a empresa em que trabalham não dá suporte aos seus objetivos pessoais.

Para quem vive o dilema carreira versus família, a possibilidade de não ter chefe, de ser dona da própria agenda e de aumentar a renda compensam a perda do sobrenome corporativo e do salário fixo incrementado com benefícios.

No entanto, é preciso tomar alguns cuidados para que a decisão de trocar o certo pelo libertador não seja um tiro no pé, já que não são poucas as empresárias que admitem ter se tornado escravas do próprio negócio.

  1. O primeiro elemento a considerar é a motivação. Tenho observado que as mulheres mais bem sucedidas são movidas pelo desejo de ganhar e não pelo medo de perder. Ou seja, desenvolver um senso de oportunidade é mais frutífero que reagir aos acontecimentos, apenas. Se você sonha ser uma empresária de alto impacto, não espere ser surpreendida por uma demissão para começar a pensar nos produtos ou serviços que podem se tornar melhores, mais baratos ou mais rápidos. Muitos cases de sucesso, como o Google, nasceram do dia-a-dia de pessoas insatisfeitas com o que o mercado tinha a oferecer.
  2. “Pense globalmente, aja localmente”, dizia John Lennon. Não é porque sua loja começou pequena, que deve ser tratada como um “negocinho”. Investigue se a demanda do seu bairro não é também a demanda da cidade, do país, do continente e – por que não? – do mundo todo. Permita-se, primeiro mentalmente, ampliar o alcance da sua visão. Depois, aprenda a pensar estrategicamente e acredite que Marketing também é para você!
  3. Troque o software de empreendedora pelo de empresária. A palavra empreendedorismo e suas variações foram introduzidas no vocabulário do brasileiro por ocasião do boom das empresas de tecnologia dos anos 90. Graças a esse fenômeno, imaginamos o empreendedor como o gênio de jeans esgarçado que teve um rompante e virou milionário. Se você pensa em desanimar porque não fez fortuna até os 30, passe a se definir como empresária, e a imagem que virá à sua mente será a da mulher preparada para negociar com fornecedores difíceis, que é a primeira a chegar e a última a sair do escritório. Por mais que a nova economia tenha trazido outros valores, profissionalismo e disciplina se aplicam a qualquer modelo de negócio.

Priscilla de Sá copy_1Priscilla de Sá é psicóloga, conduz programas de coaching e faz palestras para mulheres. Conheça mais sobre o trabalho dela em: https://www.facebook.com/priscilladesapalestrante

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